

Um poema para um amorNão bastaria um soneto, nem uma canção. Nem mil de um milhão deles. Não, nunca prestarão!Um poema para um amor
Pois não prestam os poemas poque não prestam atenção. E mesmo que prestassem, pra que eles servirão?
Letras amontoadas, é o que são. Não servem as palavras nos assuntos do coração.
Elas não têm cheiro, barulho ou paladar. Mas ainda assim são a alma do poeta que, enamorado, vira as noites conjugando o verbo 'amar'.


EspelhosEstrelas refletindo algo que nao possuo... Um explendor eterno que jamais poderei presenciar.. Meu coração ainda transborda de amargura, porém o amor ainda domina A força que me impulsiona a levantar você disse que entende... me prove Quero aos meus olhos o que meu coração não viu... Repetirás as ultimas palavras? Aquele doce sussurro parece-me agora tão tardio... As palavras que me trouxeram lagrimas Agora tão leves... Em companhia do amor que jamais exitiu..Espelhos
Derretem e com suas chamas meu coração Perdido nas trevas de antigas e esquecidas paixões Necessito de sua sutil


Mais um dos versos inacabadosE se tudo fosse...Névoa? Que seria? Se fosse apenas água condensada, Evaporada, densa e fria. Lembra? Como naquele sábado Que começou nublado E depois chovia, chovia..Mais um dos versos inacabados


Amor-perfeitoChora ao palor da lânguida face, Pressentindo que o sangue lhe esfria. Via nos sonhos dele o enlace.. Via o amor, tinha a relva e a agonia.Amor-perfeito
Entrega-lhe no peito morto Um punhado de silvos e flores. Corre os olhos, e num suspiro sopro, Falece, poeta, uma lira de amores..
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MURAT SAYGINER
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